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(pt) France, UCL AL #368 - Sindicalismo - Plano de Demissões na AIDES: "Este conflito decorre de uma política de austeridade" (ca, de, en, fr, it, tr)[traduccion automatica]

Date Mon, 2 Mar 2026 08:58:40 +0200


Os empregadores da associação AIDES revelaram um plano de demissões. Os funcionários estão se mobilizando, visando as medidas de austeridade do governo. Entrevista com Célia, uma grevista. ---- De onde vem sua raiva hoje? Como você reagiu ao anúncio do Plano de Proteção ao Emprego (PSE) e em que momento percebeu a necessidade de uma ação coletiva? ---- A raiva vem de um sistema político e trabalhista disfuncional. Confusão e desinformação reinam dentro da AIDES. Mesmo que alguns comunicados pudessem sugerir o contrário, o anúncio do PSE não foi uma surpresa: demissões suspeitas, consolidação de escritórios - tudo prenunciava esse resultado. A mobilização foi dificultada por reações emocionais. Um período de discussão e esclarecimentos foi necessário antes de partirmos para a ação coletiva. O plano de demissões agravará a falta de pessoal e a insegurança no emprego, levando a uma queda na qualidade do acesso a cuidados e direitos. Este conflito faz parte de uma crise mais ampla no setor de saúde e assistência social, decorrente de políticas de austeridade que priorizam os militares.

Você não é sindicalizado, então por que participou da luta? Por que há tão pouca sindicalização no setor de assistência social?

Apesar de uma visão crítica dos sindicatos, eles continuam sendo uma alavanca para a mobilização. A baixa sindicalização se explica pela falta de compreensão de como os sindicatos funcionam, às vezes percebidos como sectários, mas também pelo desgaste emocional inerente ao setor de assistência social. O Estado faz a escolha política de abandonar certas populações; a assistência social é um paliativo para essas irresponsabilidades. Os funcionários muitas vezes se veem presos a uma lógica de "melhor apoio" e, às vezes, até mesmo a um papel de "salvadores". Mas implodir o sistema por dentro poderia abrir caminho para algo diferente.

Como a mobilização se formou? Havia uma dinâmica nacional?

A mobilização foi tradicionalmente organizada pelo sindicato SUD Santé-Sociaux, pelo Comitê Social e Econômico e pelas assembleias gerais. Uma primeira linha de piquete e um dia de greve ajudaram a estabelecer um equilíbrio de poder, seguidos por uma segunda linha de piquete em 4 de dezembro em Pantin, no final das negociações. Houve uma dinâmica regional, particularmente com os dias de greve de 16, 17 e 18 de dezembro, fomentando a convergência entre os setores. Em nível nacional, algumas regiões foram mobilizadas, mas sem um senso de ímpeto unificado. Paralelamente, surgiram grupos autônomos e um comitê de mobilização intersetorial. Isso suscitou questionamentos sobre estratégias de ativismo, a dificuldade de ampliar o movimento e uma reflexão sobre como tranquilizar e mobilizar os colegas.

Como você vivenciou a mobilização local e quais limitações você identificou nela?

A mobilização foi revigorante, trazendo esperança e oportunidades de conexão. A linha de piquete de 16 de dezembro foi forte, mas a manifestação em si foi mais fraca, um fracasso parcial. Na AIDES, a mobilização chegou tarde. No setor da saúde e dos serviços sociais, as limitações persistem: falta de recursos, exaustão, empregos precários e o custo da mobilização, deixando um gosto amargo na boca quanto à dificuldade de alcançar uma mobilização em massa.

Entrevista por Malika (UCL PNE)

https://www.unioncommunistelibertaire.org/?Plan-de-licenciement-a-AIDES-Ce-conflit-decoule-d-une-politique-d-austerite
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