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(pt) Brazil, OSL: Argentina e Brasil: unidade da classe trabalhadora contra a ofensiva do capital (ca, de, en, fr, it, tr)[traduccion automatica]
Date
Mon, 2 Mar 2026 08:58:34 +0200
Manifestamos nossa irrestrita solidariedade à classe trabalhadora
argentina e a todos os setores em luta que enfrentam nas ruas o projeto
de reforma trabalhista apresentado pelo governo ultraliberal de Javier
Milei, que busca precarizar as condições de trabalho e de vida do povo
argentino. A proposta foi aprovada nesta madrugada pela Câmara de
Deputados da Argentina, e vai voltar ao Senado. ----
Desde o dia 11 de fevereiro, dezenas de milhares de manifestantes têm
tomado as ruas na Argentina para dizer não à reforma trabalhista que o
governo Milei tenta impor. Ontem, uma greve geral foi convocada para
tentar barrar a proposta. A resposta do governo foi a repressão
policial, com balas de borracha, gás lacrimogêneo e dezenas de detidos,
numa forma de criminalizar a luta social.
A reforma em curso na Argentina ataca duramente direitos históricos:
facilita demissões e reduz indenizações; institui banco de horas com
jornadas de até 12 horas sem pagamento de extras; permite férias
fracionadas em apenas sete dias; estabelece acordos por empresa com
menos direitos que os acordos coletivos; e restringe o direito de greve.
Enquanto isso, no Brasil segue gerando efeitos danosos a reforma
trabalhista de 2017, aplicada por Temer, mantida por Bolsonaro e
preservada por Lula/Alckmin. E novos ataques se somam: o parecer da
Procuradoria Geral da República, assinado por Paulo Gonet no começo
deste mês, defende a pejotização e retira da Justiça do Trabalho a
competência para reconhecer fraudes, beneficiando empresas que já
transformaram 4,8 milhões de celetistas em pessoas jurídicas. Ao mesmo
tempo, a PEC que propõe o fim da escala 6x1 corre risco de ser
desfigurada no Congresso por manobras do Centrão e de parlamentares
bolsonaristas, que querem flexibilizar ainda mais a CLT em nome da
"livre iniciativa", com mais precarização e insegurança para
trabalhadoras e trabalhadores.
A ofensiva é a mesma: o capital não tem fronteiras e ataca de forma
coordenada na América Latina. Por isso, a luta das trabalhadoras e
trabalhadores argentinos é também a nossa luta. Tanto na Argentina
quanto no Brasil, somente a pressão das ruas, a mobilização e a
independência de classe podem deter o avanço do neoliberalismo. Por
isso, é necessário também construir pontes de unidade entre as lutas de
trabalhadoras e trabalhadores brasileiros e argentinos contra o inimigo
comum.
A luta na Argentina é mais uma batalha de uma guerra mais ampla contra a
ofensiva do capital sobre o trabalho em toda a América Latina. Estamos
juntos com os trabalhadores argentinos nesta trincheira!
Organização Socialista Libertária
Fevereiro de 2026
https://socialismolibertario.net/argentina-e-brasil-unidade-da-classe-trabalhadora/
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