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(pt) Greece, APO, Land & freedom: Sobre o ataque assassino da ARAS, uma organização paraestatal, no campus da Universidade Politécnica (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]

Date Mon, 22 Dec 2025 07:39:00 +0200


Em 15 de novembro, primeiro dia da comemoração de três dias do 52º aniversário da revolta da Universidade Politécnica de 1973, logo pela manhã, aproximadamente 200 membros da ARAS, usando capacetes e com uma organização paramilitar, alinharam-se no pátio da Universidade Politécnica e lançaram um ataque cego, furioso, sangrento e assassino contra anarquistas. ---- Depois de começarem a quebrar cabeças e braços do lado de fora, os agressores entraram no prédio Tositsa, destruindo e agredindo tudo o que encontravam em seu caminho, onde aprisionaram dezenas de pessoas, entre trabalhadores, estudantes e anarquistas. Entre eles estavam membros da Iniciativa Anarquista Estudantil de Atenas e da APO, que naquele momento preparavam o térreo do prédio para a colocação de material político e em vista do evento planejado para a tarde.

Elementos indicativos da brutalidade do pogrom perpetrado pelo grupo ARAS foram tanto a imposição, por meio do terrorismo, de toda a área da Universidade Politécnica, quanto o exercício desenfreado de violência impensada, que poderia inclusive resultar em mortes. Isso se demonstra pelo confinamento de um grande número de pessoas em um espaço fechado, sua perseguição por escadas e corredores, os golpes repetidos e incontroláveis ​​na cabeça, braços e outros órgãos vitais, o desnudamento de um companheiro, as ameaças e o risco real de pessoas caírem das janelas do prédio. Os resultados foram aproximadamente 20 feridos com fraturas na cabeça, mãos e dedos, a abertura de um inquérito policial por suposta briga e a apresentação de queixas contra os feridos que foram levados para o Hospital Evangelismos, além da inevitável e absoluta provocação de todas as comemorações de três dias.

O planejamento, a organização e a execução deste ataque pelos criminosos do ARAS não apenas apresentaram as características típicas de uma ação paraestatal, mas também a seleção de um alvo específico para tal ataque. Esta operação de repressão de estilo militar não pode ser dissociada do ataque generalizado de repressão estatal, tanto nas áreas universitárias, onde se manifesta em ações disciplinares, expulsões, perseguições, câmeras de vigilância e na perseguição e tentativa de expulsão de projetos radicais, militantes e anarquistas da área de asilo, quanto, de forma mais ampla, nas lutas sociais e de classe e no ataque ideológico e repressivo contínuo contra os anarquistas.

A ARAS é, sem dúvida, um corpo estranho às lutas estudantis e às lutas sociais e de classe em geral, e deve ser tratada como tal. As organizações que colaboram com ela devem isolá-la, caso contrário, acobertarão sua quinta falange e ação assassina.

Diante do fracasso e da longa tentativa do Estado de enterrar os verdadeiros significados e conteúdos da revolta politécnica de 1973, dos atuais métodos repressivos das autoridades reitoriais, do terrorismo de Estado contínuo e em constante expansão, as lutas coletivas e auto-organizadas da sociedade e da juventude não são suprimidas. O movimento anarquista não recua - não se submete. A luta contra toda autoridade continua e vencerá.

RUFIANS DE VOLTA - CAMARADAS À FRENTE

ABAIXO O ESTADO, ABAIXO O PODER

ORGANIZAÇÃO E LUTA PELA ANARQUIA

NÃO À PERSEGUIÇÃO DOS PRESOS/DETENTOS

Organização Política Anarquista - Federação de Coletivos

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