|
A - I n f o s
|
|
a multi-lingual news service by, for, and about anarchists
**
News in all languages
Last 30 posts (Homepage)
Last two
weeks' posts
Our
archives of old posts
The last 100 posts, according
to language
Greek_
中文 Chinese_
Castellano_
Catalan_
Deutsch_
Nederlands_
English_
Francais_
Italiano_
Polski_
Português_
Russkyi_
Suomi_
Svenska_
Türkurkish_
The.Supplement
The First Few Lines of The Last 10 posts in:
Castellano_
Deutsch_
Nederlands_
English_
Français_
Italiano_
Polski_
Português_
Russkyi_
Suomi_
Svenska_
Türkçe_
First few lines of all posts of last 24 hours
Links to indexes of first few lines of all posts
of past 30 days |
of 2002 |
of 2003 |
of 2004 |
of 2005 |
of 2006 |
of 2007 |
of 2008 |
of 2009 |
of 2010 |
of 2011 |
of 2012 |
of 2013 |
of 2014 |
of 2015 |
of 2016 |
of 2017 |
of 2018 |
of 2019 |
of 2020 |
of 2021 |
of 2022 |
of 2023 |
of 2024 |
of 2025 |
of 2026
Syndication Of A-Infos - including
RDF - How to Syndicate A-Infos
Subscribe to the a-infos newsgroups
(pt) Greece, APO, Land & freedom: Sobre o ataque assassino da ARAS, uma organização paraestatal, no campus da Universidade Politécnica (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]
Date
Mon, 22 Dec 2025 07:39:00 +0200
Em 15 de novembro, primeiro dia da comemoração de três dias do 52º
aniversário da revolta da Universidade Politécnica de 1973, logo pela
manhã, aproximadamente 200 membros da ARAS, usando capacetes e com uma
organização paramilitar, alinharam-se no pátio da Universidade
Politécnica e lançaram um ataque cego, furioso, sangrento e assassino
contra anarquistas. ---- Depois de começarem a quebrar cabeças e braços
do lado de fora, os agressores entraram no prédio Tositsa, destruindo e
agredindo tudo o que encontravam em seu caminho, onde aprisionaram
dezenas de pessoas, entre trabalhadores, estudantes e anarquistas. Entre
eles estavam membros da Iniciativa Anarquista Estudantil de Atenas e da
APO, que naquele momento preparavam o térreo do prédio para a colocação
de material político e em vista do evento planejado para a tarde.
Elementos indicativos da brutalidade do pogrom perpetrado pelo grupo
ARAS foram tanto a imposição, por meio do terrorismo, de toda a área da
Universidade Politécnica, quanto o exercício desenfreado de violência
impensada, que poderia inclusive resultar em mortes. Isso se demonstra
pelo confinamento de um grande número de pessoas em um espaço fechado,
sua perseguição por escadas e corredores, os golpes repetidos e
incontroláveis na cabeça, braços e outros órgãos vitais, o
desnudamento de um companheiro, as ameaças e o risco real de pessoas
caírem das janelas do prédio. Os resultados foram aproximadamente 20
feridos com fraturas na cabeça, mãos e dedos, a abertura de um inquérito
policial por suposta briga e a apresentação de queixas contra os feridos
que foram levados para o Hospital Evangelismos, além da inevitável e
absoluta provocação de todas as comemorações de três dias.
O planejamento, a organização e a execução deste ataque pelos criminosos
do ARAS não apenas apresentaram as características típicas de uma ação
paraestatal, mas também a seleção de um alvo específico para tal ataque.
Esta operação de repressão de estilo militar não pode ser dissociada do
ataque generalizado de repressão estatal, tanto nas áreas
universitárias, onde se manifesta em ações disciplinares, expulsões,
perseguições, câmeras de vigilância e na perseguição e tentativa de
expulsão de projetos radicais, militantes e anarquistas da área de
asilo, quanto, de forma mais ampla, nas lutas sociais e de classe e no
ataque ideológico e repressivo contínuo contra os anarquistas.
A ARAS é, sem dúvida, um corpo estranho às lutas estudantis e às lutas
sociais e de classe em geral, e deve ser tratada como tal. As
organizações que colaboram com ela devem isolá-la, caso contrário,
acobertarão sua quinta falange e ação assassina.
Diante do fracasso e da longa tentativa do Estado de enterrar os
verdadeiros significados e conteúdos da revolta politécnica de 1973, dos
atuais métodos repressivos das autoridades reitoriais, do terrorismo de
Estado contínuo e em constante expansão, as lutas coletivas e
auto-organizadas da sociedade e da juventude não são suprimidas. O
movimento anarquista não recua - não se submete. A luta contra toda
autoridade continua e vencerá.
RUFIANS DE VOLTA - CAMARADAS À FRENTE
ABAIXO O ESTADO, ABAIXO O PODER
ORGANIZAÇÃO E LUTA PELA ANARQUIA
NÃO À PERSEGUIÇÃO DOS PRESOS/DETENTOS
Organização Política Anarquista - Federação de Coletivos
https://landandfreedom.gr/el/agones/2124-gia-ti-dolofoniki-parakratiki-epithesi-tis-aras-sto-xoro-tou-polytexneiou
_________________________________________
A - I n f o s Uma Agencia De Noticias
De, Por e Para Anarquistas
Send news reports to A-infos-pt mailing list
A-infos-pt@ainfos.ca
Subscribe/Unsubscribe https://ainfos.ca/mailman/listinfo/a-infos-pt
Archive http://ainfos.ca/pt
- Prev by Date:
(pt) Spaine, Regeneration: Estratégia e organização na história do anarquismo galego (1871-1936) Por XESTA ORGANIZACIÓN ANARQUISTA GALEGA (ca, de, en, fr, it, tr)[traduccion automatica]
- Next by Date:
(tr) Italy, FAI, Umanita Nova #32-25 - Göçler ve Muhtıralar (ca, de, en, it, pt)[makine çevirisi]
A-Infos Information Center