A - I n f o s

a multi-lingual news service by, for, and about anarchists **
News in all languages
Last 30 posts (Homepage) Last two weeks' posts Our archives of old posts

The last 100 posts, according to language
Greek_ 中文 Chinese_ Castellano_ Catalan_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Francais_ Italiano_ Polski_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkurkish_ The.Supplement

The First Few Lines of The Last 10 posts in:
Castellano_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Français_ Italiano_ Polski_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkçe_
First few lines of all posts of last 24 hours

Links to indexes of first few lines of all posts of past 30 days | of 2002 | of 2003 | of 2004 | of 2005 | of 2006 | of 2007 | of 2008 | of 2009 | of 2010 | of 2011 | of 2012 | of 2013 | of 2014 | of 2015 | of 2016 | of 2017 | of 2018 | of 2019 | of 2020 | of 2021 | of 2022 | of 2023 | of 2024

Syndication Of A-Infos - including RDF - How to Syndicate A-Infos
Subscribe to the a-infos newsgroups

(pt) France, UCL AL #346 - Sindicalismo, Valeo: A questão das greves minoritárias (ca, de, en, fr, it, tr)[traduccion automatica]

Date Sat, 2 Mar 2024 10:15:52 +0200


Em Angers, por volta de meados de Dezembro passado, alguns dos trabalhadores da Valeo que estavam em greve percorreram a sua fábrica, levantando slogans a favor de aumentos salariais e discutindo enquanto iam convencer os seus colegas não grevistas a juntarem-se a eles. ----- Em dezembro de 2023, ocorreu greve em diversas fábricas da fornecedora automotiva Valeo. Na origem disso estão a proposta de aumento salarial de apenas 3% para 2024, bem como a utilização do novo acordo coletivo da metalurgia para tentar diminuir os direitos dos trabalhadores.

Nas instalações de Angers, as Assembleias Gerais foram realizadas durante as tradicionais "marchas de informação" organizadas pela secção sindical CGT da fábrica. Poucos dias depois, foi lançado o apelo à greve. Quatro dias seguidos, foi continuado pelos grevistas, que somavam cerca de 200 dos mais de 1.000 funcionários da empresa na época. Conscientes da necessidade de serem mais numerosos para estabelecer um equilíbrio de poder que lhes permitisse vencer, os grevistas implementaram então ações para expandir a greve e atrair mais pessoas.

Infelizmente, desta vez, a maionese não terá se firmado e o movimento terá permanecido minoritário, mas terá permitido criar vínculos entre os funcionários da empresa, que terão experiência de luta coletiva, e que alguns decidiram estender juntando-se à CGT. Todos os trabalhadores temporários de uma equipe aproveitaram para fazer uma grande manifestação de resistência aderindo à greve no segundo dia. Pouco depois, cerca de dez delegados de outras metalúrgicas locais vieram levar mensagens de apoio aos grevistas e permanecer algumas horas no piquete de greve, criando e fortalecendo vínculos. Tudo isto terá constituído momentos dos quais sairemos mais fortes para o futuro.

A greve é uma luta multifacetada
Os activistas das empresas estão frequentemente habituados a estas situações em que uma parte significativa dos trabalhadores está pronta para entrar em greve, mas onde também sabemos que esta parte permanece em minoria e que as nossas hipóteses de vitória são escassas. Surge então a difícil questão de saber se devemos ou não ir para lá. Embora não exista uma resposta universal para esta questão, é importante que em cada caso discutamos e estudemos a situação, de forma pragmática e tão colectiva quanto possível.

Em certos casos, pode valer a pena começar, depositando as nossas esperanças numa dinâmica de alargamento da greve e garantindo que, aconteça o que acontecer, sairemos fortalecidos para o futuro, como foi o caso recentemente na Valeo.

Mas noutros casos, é preferível não entrar numa batalha perdida, para evitar efeitos psicológicos negativos sobre os trabalhadores cuja confiança nas suas possibilidades de vencer já é frágil. Portanto, talvez seja melhor ter paciência, continuar o trabalho diário de preparação e aguardar um momento mais favorável.

Tudo isto faz parte das reflexões táticas que devemos ter, para fortalecer mais eficazmente a nossa classe através das nossas lutas diárias, e para nos prepararmos para as batalhas mais decisivas que nos esperam.

Guillaume (UCL Angers)

https://www.unioncommunistelibertaire.org/?Valeo-La-question-des-greves-minoritaires
_________________________________________
A - I n f o s Uma Agencia De Noticias
De, Por e Para Anarquistas
Send news reports to A-infos-pt mailing list
A-infos-pt@ainfos.ca
Subscribe/Unsubscribe https://ainfos.ca/mailman/listinfo/a-infos-pt
Archive http://ainfos.ca/pt
A-Infos Information Center