A - I n f o s

a multi-lingual news service by, for, and about anarchists **
News in all languages
Last 40 posts (Homepage) Last two weeks' posts Our archives of old posts

The last 100 posts, according to language
Greek_ 中文 Chinese_ Castellano_ Catalan_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Français_ Italiano_ Polski_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkçe_ _The.Supplement

The First Few Lines of The Last 10 posts in:
Castellano_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Français_ Italiano_ Polski_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkçe_
First few lines of all posts of last 24 hours | of past 30 days | of 2002 | of 2003 | of 2004 | of 2005 | of 2006 | of 2007 | of 2008 | of 2009 | of 2010 | of 2011 | of 2012 | of 2013 | of 2014 | of 2015 | of 2016 | of 2017 | of 2018 | of 2019 | of 2020 | of 2021 | of 2022 | of 2023 | of 2024 | of 2025 | of 2026

Syndication Of A-Infos - including RDF - How to Syndicate A-Infos
Subscribe to the a-infos newsgroups

(pt) France, UCL AL #372 - Cultura - Veja Pierre Chamechaude, Christophe Cordier, Os Caminhos para a Liberdade (ca, de, en, fr, it, tr)[traduccion automatica]

Date Thu, 6 Aug 2026 07:39:29 +0300


O documentário sobre a extrema-esquerda russo-ucraniana na guerra atual, cofinanciado pela UCL, foi lançado. É um bom recurso para entender esses revolucionários que atuam em duas frentes: a luta civil contra o próprio governo e a luta armada contra a invasão imperialista. --- É um bom filme que mostra coisas que raramente vemos: sindicalistas, libertários, manifestações contra Zelensky, atos de ajuda mútua militante, oficinas produzindo coletes à prova de balas... Em um de seus momentos mais impactantes, um grupo de voluntários lista as nacionalidades que lutam ao seu lado contra a ocupação: ucranianos, bielorrussos, russos, georgianos... e até mesmo um armênio e um azerbaijano de braços dados, numa espécie de "internacional anti-Putin"!

A estreia de Os Caminhos para a Liberdade aconteceu em 20 de fevereiro na Bolsa do Trabalho em Paris. O auditório com capacidade para 400 pessoas estava lotado, com forte presença das redes CGT, Solidaires, UCL, editora Syllepse, NPA e FA. Vários camaradas do Leste Europeu discursaram: Mira e Katara, da Ucrânia, membros da organização Coletivos de Solidariedade, que é central para o filme, assim como Dima e Irina Petrov, da Rússia. Vivendo atualmente no exílio, eles são os pais do falecido Dmitri Petrov, figura conhecida do anarquismo russo. Tendo ingressado no movimento ambientalista na Rússia, Dmitri lutou posteriormente com as YPG no Curdistão antes de ir para a Ucrânia, onde foi morto pelas forças de ocupação em 2023.

Ao final da noite, moletons e camisetas com o slogan estavam vendendo como água, arrecadando quase EUR 2.000. Os Coletivos de Solidariedade, uma rede antiautoritária dedicada principalmente à ação prática, precisam de recursos. A organização está estruturada em quatro vertentes. A primeira é dedicada à luta armada. "A equipe apoia os combatentes na linha de frente", explica Mira, "recebendo seus pedidos, coordenando com eles, coletando os equipamentos necessários e enviando-os". O segundo ramo concentra-se na ação humanitária: "Organizamos viagens para entregar ajuda a aldeias em zonas de guerra: roupas, equipamentos elétricos, alimentos e itens de primeira necessidade". O filme mostra, principalmente ao fundo, um refeitório para refugiados. O terceiro ramo é "a fabricação de drones, que se tornaram um aspecto importante da guerra na Ucrânia". Por fim, o quarto ramo gerencia a comunicação nas redes sociais.

Uma Guerra Antifascista e Anticolonial
No início da invasão em 2022, a extrema esquerda formou um Batalhão Antiautoritário integrado à Defesa Territorial o exército de reserva não profissional. Mira relata: "Um camarada, Yuri Samoilenko, comandante de uma unidade da Defesa Territorial, conseguiu reunir muitos camaradas sob seu comando. Esse batalhão existiu até o fim do cerco de Kiev[em maio de 2022]. Depois que o exército russo evacuou a região, os camaradas se juntaram a unidades regulares, alguns individualmente, outros em grupos de três a cinco." Por que essa escolha? Porque estar sob contrato com o exército permite o acesso à previdência social. Pertencer a um grupo paramilitar priva você disso. Isso, é claro, gera preocupação quando se corre o risco de ser gravemente ferido. Mesmo assim, a rede antiautoritária (aproximadamente 150 pessoas) se mantém ativa por meio dos Coletivos Solidariedade, e os combatentes usam seus distintivos sindicais e políticos nos ombros (neste caso, o distintivo listrado em vermelho e preto), sinalizando que não são meros soldados de um Estado, mas combatentes políticos.

Para os Coletivos Solidariedade, a guerra atual não é apenas uma guerra interimperialista entre a Rússia e o Ocidente; Não se trata simplesmente de uma guerra de resistência nacional; é também, fundamentalmente, uma guerra antifascista e anticolonial.

Guillaume Davranche (UCL Montreuil)

Pierre Chamechaude, Christophe Cordier, Os Caminhos para a Liberdade, 57 min, 2026. O filme está disponível para aluguel por EUR4 e para compra por EUR8 no Vimeo. É um bom recurso para exibições públicas e debates.

https://www.unioncommunistelibertaire.org/?Voir-Pierre-Chamechaude-Christophe-Cordier-Les-Chemins-de-la-liberte
_________________________________________
A - I n f o s Uma Agencia De Noticias
De, Por e Para Anarquistas
Send news reports to A-infos-pt mailing list
A-infos-pt@ainfos.ca
Subscribe/Unsubscribe https://ainfos.ca/mailman/listinfo/a-infos-pt
Archive http://ainfos.ca/pt
A-Infos Information Center