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(pt) Greece, APO, Land & freedom: Denúncia da Intervenção Libertária da PAPEI (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]

Date Sun, 21 Dec 2025 07:21:00 +0200


Denúncia pela participação de membros da diretoria da PAPEI e da associação estudantil em um ataque violento durante o recesso de três dias da Universidade Politécnica ---- Cinco membros do grupo Contra Rossa, que atua na Associação Estudantil de nossa universidade, sendo pelo menos um deles membro da Diretoria, além de outra pessoa que também já foi membro da Diretoria, foram identificados como participantes de um ataque violento realizado por uma entidade paraestatal que, com clara intenção assassina, promoveu um pogrom contra seus oponentes políticos no primeiro dia do recesso de três dias da Universidade Politécnica deste ano. Este batalhão de assalto em particular, com cerca de 200 homens, era composto por membros de uma gangue que operava sob uma fachada política de esquerda, chamada ARAS (a força motriz da facção estudantil da EAAK, bem como a juventude partidária de facto da LAE-AA e da MERA25), reunidos de toda a Grécia, que se deslocavam com uma aparência uniforme e com os rostos dos seus membros cobertos, com uma organização visível e vertical, sob a liderança de três homens: um alto executivo da LAE, um líder político e, por fim, um sindicalista da associação estudantil SEMFE. Assim, nas primeiras horas da manhã de sábado, 15/11, o batalhão de assalto moveu-se de forma organizada, cercou um grupo de 30 anarquistas desarmados e, sem a menor pretensão de provocação, atacou-os com violência assassina. Os membros da quadrilha, plenamente conscientes de seus atos, perseguiram pessoas até um prédio da Universidade Politécnica e, após trancá-las em pequenas salas, as espancaram com objetos, atingindo repetidamente a cabeça e o pescoço, deixando-as inconscientes. Despiram uma jovem, tentaram atirar pessoas de janelas de 7 a 8 metros de altura e humilharam os feridos. Ao mesmo tempo, os membros do batalhão que não participavam do combate filmavam o massacre, xingando e ameaçando os espancados. Uma integrante da quadrilha, também envolvida no massacre, foi identificada: ela era membro do conselho diretor da Faculdade de Física da Universidade Nacional de Atenas e candidata a deputada pelo MERA25 em Pireu. É importante ressaltar que os assassinos usavam adesivos e lenços com a inscrição "Associações Estudantis", bem como a recusa de todas as principais forças políticas do movimento estudantil em condenar essa clara exploração de nossas estruturas.

A mentalidade de imposição autoritária da vontade sobre os oponentes políticos é estruturalmente parte de uma parcela significativa da esquerda, enquanto incidentes semelhantes têm suas raízes políticas e ideológicas no Partido Comunista da Grécia e em sua juventude partidária, que agiram e continuam a agir de maneira similar décadas antes e depois da mudança de governo. Contudo, a magnitude deste ataque específico, a violência sádica sem precedentes, a audácia abissal e, em última análise, a covardia igualmente abissal dos membros comuns da gangue ARAS, que não só não ousaram assumir a responsabilidade pelo ataque, como também desapareceram do evento de três dias sem sequer levar consigo seu material político, e que até hoje não pisam em suas escolas, conseguiram superar até mesmo o passado sórdido do KKE e do KNE. As mesmas pessoas que vemos na PAPEI ao longo do tempo tentando, por meio de insultos (frequentemente com características sexistas), suas vozes, suas ameaças e seus ridículos slogans de esquerda, macular e sabotar cada assembleia geral da escola, transformando um processo democrático direto de base em um feudo e, por fim, expulsando os estudantes para que possam prevalecer, promovendo um processo burocrático podre de uma diretoria completamente deslegitimada e parasitária, são as mesmas que, usando-se como protetoras das "Associações Estudantis", assumiram de bom grado o papel de gendarme e policial que decide qual força política tem o direito de intervir em um local de refúgio e com quais características. As mesmas pessoas que nunca confrontaram as forças repressivas do Estado ou os fascistas nesses termos quando estavam em plena atividade, são as mesmas que desencadearam todas as suas forças no único espaço político que hoje mantém vivo o projeto de rebelião, sem se venderem e se integrarem ao regime político corrupto do pós-golpe.

Por nossa parte, declaramos em todos os tons que os comportamentos de membros comuns de gangues que, dada a atual conjuntura de repressão e ataque que não só o movimento estudantil, mas o próprio bem social da educação está sofrendo, não agem de forma meramente provocativa, mas sim sediciosa, serão ostracizados. A responsabilidade pela invasão desses bastardos em nossos espaços e processos políticos recai sobre todas as organizações políticas e sindicais estudantis, sobre cada um que se considera parte do movimento estudantil. Da nossa perspectiva como estudantes libertários da PAPEI, consideramos evidente não apenas a exclusão do grupo que se autodenomina Contra Rossa de todo processo político coletivo dentro da escola, mas também a expulsão permanente e incondicional de seus membros da Associação Estudantil "Platon" da PAPEI, e seguiremos nessa direção. O posicionamento das demais forças políticas da escola sobre o assunto também evidenciará o papel político que desempenham.

OU COM O MUNDO DA LUTA OU COM OS HAFIEDES

ATRÁS DOS PARABRAÇOS RUFIANOS, CAMARADA DA FRENTE

Intervenção Libertária PAPEI

https://landandfreedom.gr/el/agones/2128-kataggelia-tis-eleftheriakis-paremvasis-papei
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