|
A - I n f o s
|
|
uma agência de notícias multilínguas de, por e para anarquistas
**
Notícias em todos os idiomas
Últimas 30 mensagens
(Portal)
Mensagens das
últimas duas semanas
Nossos arquivos de
mensagens antigas
As últimas cem mensagens, por idiomas
em
Greek_
䏿–‡ Chinese_
Castellano_
Català_
Chines_
Deutsch_
Nederlands_
English_
Francais_
Grego_
Italiano_
Portugues_
Russkyi_
Suomi_
Svenska_
Türkçeçe_
The.Supplement
Primeiras Linhas Das Dez últimas Mensagens
Castellano_
Català_
Deutsch_
Nederlands_
English_
Français_
Italiano_
Polski_
Português_
Russkyi_
Suomi_
Svenska_
Türkçe
Primeiras linhas de todas as mensagens das últimas 24 horas
Indices das primeiras linhas de todas as mensagens dos
últimos 30 dias | de 2002 |
de 2003 |
de 2004 |
de 2005 |
de 2006 |
de 2007 |
de 2008 |
de 2009 |
of 2010 |
of 2011 |
of 2012 |
of 2013 |
of 2014 |
of 2015 |
of 2016 |
of 2017 |
of 2018 |
of 2019 |
of 2020 |
of 2021 |
of 2022 |
of 2023 |
of 2024 |
of 2025 |
of 2026
(pt) France, Monde Libertaire - Páginas de História nº 122: Memórias dos Campos (ca, de, en, fr, it, tr)[traduccion automatica]
Date
Sat, 23 May 2026 08:24:55 +0300
Duas obras fundamentais sobre o universo dos campos de concentração
foram reeditadas. A primeira é de Maria Foldes, nascida em 1925 e
falecida em 1976, uma figura importante da literatura romeno-húngara.
Nascida na Romênia, ela sofreu com as leis antissemitas após a anexação
da Transilvânia pela Hungria fascista do Almirante Horthy. Mesmo assim,
conseguiu continuar seus estudos até ser deportada pelos nazistas em
1944. Ao retornar dos campos, dedicou-se à literatura e à escrita de
peças teatrais que expressam o sofrimento da deportação. "A Caminhada" é
uma de suas expressões mais marcantes da dificuldade de sobrevivência.
Nela, Maria Foldes evoca seu cotidiano na Romênia comunista do
pós-guerra, um país sombrio e desolador marcado pela monotonia da vida
diária. Uma fila em uma loja traz à tona memórias das chamadas no campo.
Uma moeda evoca a sobrevivência no gueto. A música evoca memórias da
invasão. Um testemunho que parece explicar por que nunca se consegue
realmente sair dos campos de concentração.
Hans Chaïm Mayer, que escrevia sob o pseudônimo de Jean Amery, também
publicou diversas obras importantes sobre o sistema de campos de
concentração e a memória das atrocidades. Nascido em Viena em 1912,
estabeleceu-se na Bélgica após o Anschluss em 1938. Em 1940, juntou-se à
resistência e foi preso e deportado em 1943. Após seu retorno, publicou
várias obras importantes, como *O Náufrago* e *Lefeu ou a Demolição*,
que acaba de ser relançado. O protagonista é um pintor. Seu prédio está
destinado à demolição. Lefeu recusa o despejo como mais um ato de
resistência. Mas ele é mergulhado novamente nos tormentos do passado,
enquanto simultaneamente rejeita seu destino, recorrendo à literatura e
à peregrinação para se defender.
Assim como Primo Levi, ambos tiraram a própria vida e, apesar da
liberdade recém-conquistada, parecem ter permanecido prisioneiros do
universo do campo de concentração.
* Fogo ou Demolição
Jean Amery
Les Belles Lettres 2026 206 pp. EUR15,50
* A Caminhada
Maria Földes
Éditions des Syrtes 2026 148 pp. EUR17
https://monde-libertaire.net/?articlen=8920
_________________________________________
A - I n f o s Uma Agencia De Noticias
De, Por e Para Anarquistas
Send news reports to A-infos-pt mailing list
A-infos-pt@ainfos.ca
Subscribe/Unsubscribe https://ainfos.ca/mailman/listinfo/a-infos-pt
Archive http://ainfos.ca/pt
- Prev by Date:
(pt) France, OCL CA #359 - SAINT SOLINE - A organização dos serviços de emergência, uma ferramenta de repressão. (ca, de, en, fr, it, tr)[traduccion automatica]
- Next by Date:
(pt) UK, AFEd, Organise - SOLIDARIEDADE COM O POVO DE CUBA E NOSSOS CAMARADAS ANARQUISTAS (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]