|
A - I n f o s
|
|
a multi-lingual news service by, for, and about anarchists
**
News in all languages
Last 40 posts (Homepage)
Last two
weeks' posts
Our
archives of old posts
The last 100 posts, according
to language
Greek_
中文 Chinese_
Castellano_
Catalan_
Deutsch_
Nederlands_
English_
Français_
Italiano_
Polski_
Português_
Russkyi_
Suomi_
Svenska_
Türkçe_
_The.Supplement
The First Few Lines of The Last 10 posts in:
Castellano_
Deutsch_
Nederlands_
English_
Français_
Italiano_
Polski_
Português_
Russkyi_
Suomi_
Svenska_
Türkçe_
First few lines of all posts of last 24 hours |
of past 30 days |
of 2002 |
of 2003 |
of 2004 |
of 2005 |
of 2006 |
of 2007 |
of 2008 |
of 2009 |
of 2010 |
of 2011 |
of 2012 |
of 2013 |
of 2014 |
of 2015 |
of 2016 |
of 2017 |
of 2018 |
of 2019 |
of 2020 |
of 2021 |
of 2022 |
of 2023 |
of 2024 |
of 2025 |
of 2026
Syndication Of A-Infos - including
RDF - How to Syndicate A-Infos
Subscribe to the a-infos newsgroups
(pt) NZ, Aotearoa, AWSM: Polar Blast - O Que a Liberdade Realmente Exige (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]
Date
Sat, 11 Apr 2026 10:29:29 +0300
Após todo esse trabalho filosófico, vale a pena ser concreto. Não na
forma de um programa o anarcocomunismo é constitucionalmente
desconfiado de planos, por razões já discutidas , mas no sentido de ser
honesto sobre a dimensão completa do que a verdadeira liberdade exige. É
um padrão exigente. Vale a pena enunciá-lo claramente. ---- A exigência
mais fundamental é a abolição da coerção econômica. Ninguém deve ser
forçado a se submeter à autoridade de outrem para sobreviver. Esta não é
apenas uma reivindicação moral; é a condição prévia para tudo o mais.
Não se pode falar de liberdade, liberdade de pensamento, de associação,
de autodeterminação, para alguém cuja realidade diária primordial é a
necessidade de encontrar e manter um emprego, quaisquer que sejam os
termos oferecidos. A comunalização dos meios de produção, a verdadeira
socialização da vida econômica não a nacionalização sob controle
estatal, que meramente substitui patrões privados por burocráticos, mas
a verdadeira propriedade e governança coletivas pelas comunidades de
trabalhadores e usuários que dependem da produção não é um detalhe do
programa, é o fundamento. Paralelamente, a garantia incondicional das
condições materiais de vida - alimentação, moradia, saúde e educação -
deve estar disponível a todos como um direito, e não como recompensa
pela conformidade com o mercado de trabalho.
Mas a suficiência material por si só não produz liberdade. O segundo
requisito é a dissolução da autoridade hierárquica na organização da
vida coletiva, sua substituição por formas horizontais, participativas e
genuinamente responsáveis de autogoverno. Isso exige mais do que abolir
o Estado como instituição formal; exige o desenvolvimento, nas práticas
e relações reais das comunidades, das capacidades de deliberação
coletiva e autogestão que séculos de autoridade hierárquica atrofiaram.
As pessoas precisam aprender, na prática e ao longo do tempo, a se
autogovernar. Este é o trabalho que a política prefigurativa tenta
realizar: construir os hábitos, as instituições e as culturas da
liberdade no presente, sem esperar que uma revolução as entregue de cima
para baixo.
O terceiro requisito nos leva de volta à dimensão interna desenvolvida
na Seção 8, de que a verdadeira liberdade exige as condições em que as
pessoas possam desenvolver desejos e valores que sejam autenticamente
seus, em vez de adaptações à dominação. Isso significa uma educação que
cultiva o pensamento crítico em vez da mera obediência, uma cultura que
expande em vez de restringir a noção do que é possível e o tipo de
comunidade que apoia em vez de diminuir o desenvolvimento de cada
pessoa. Significa levar a sério os eixos da opressão - raça, gênero,
sexualidade, deficiência, história colonial - que se combinam e se
cruzam com a classe social para produzir formas específicas de falta de
liberdade que uma análise puramente econômica não detectará. A igualdade
formal não basta; o que se exige é o desmantelamento ativo das
hierarquias que a igualdade formal encobre.
Finalmente, e talvez o mais importante, a liberdade exige que
abandonemos a ideia de que ela possa ser garantida permanentemente.
Nenhuma instituição, por mais bem projetada que seja, está imune à
tendência à hierarquia e à acumulação de poder. Nenhum arranjo, por mais
livre que seja em sua origem, se mantém sem atenção, crítica e luta
constantes. A revolução permanente que o título da conclusão desta obra
evoca não é um apelo à violência ou à instabilidade perpétuas, mas sim o
reconhecimento de que a liberdade é uma prática, não um destino; uma
relação, não um estado; algo que precisa ser renovado em cada geração,
em cada organização, em cada comunidade que a leve a sério. No momento
em que deixarmos de lutar por ela, começaremos a perdê-la.
https://thepolarblast.wordpress.com/wp-content/uploads/2026/04/to-be-free-together.pd
_________________________________________
A - I n f o s Uma Agencia De Noticias
De, Por e Para Anarquistas
Send news reports to A-infos-pt mailing list
A-infos-pt@ainfos.ca
Subscribe/Unsubscribe https://ainfos.ca/mailman/listinfo/a-infos-pt
Archive http://ainfos.ca/pt
- Prev by Date:
(pt) Greece, APO, Land & Freedom -[Tessalônica]Manifestação contra a guerra (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]
- Next by Date:
(tr) Italy, FAI, Umanita Nova #11-26 - Savaş ve çevre tahribatına karşı sokaklara dökülme. 28 Mart, Niscemi (ca, de, en, it, pt)[makine çevirisi]
A-Infos Information Center